Caso de sucesso | ACDPrint – Farias Santos

A eficiência e a consistência continuam a ser dois dos maiores desafios da produção gráfica

Num ambiente onde os prazos são cada vez mais curtos e a exigência dos clientes continua a aumentar, reduzir tempos de arranque, minimizar desperdícios e garantir resultados previsíveis tornou-se uma prioridade para muitas gráficas.

A ACDPrint identificou esta necessidade e apostou na implementação do CIP3 com o apoio da Induquímica. O resultado foi um processo de impressão mais rápido, mais rigoroso e menos dependente da intervenção manual, permitindo ganhos significativos em produtividade, controlo de cor e redução de desperdícios.

Farias Santos
Farias Santos
Na entrevista seguinte, Faria Santos partilha a experiência da ACDPrint com a implementação do CIP3 e explica de que forma esta tecnologia permitiu acelerar os arranques de máquina, melhorar a consistência da cor, reduzir desperdícios e aumentar a confiança da equipa nos resultados obtidos.
Antes do CIP3, como era feita a pré-abertura dos tinteiros?

A pré-abertura dos tinteiros era feita manualmente, pelo operador da máquina impressora. O ajustamento da distribuição de cores era feito dependente do impressor, do modo como ele visualizava as imagens. Esta evolução, embora com a nossa experiência dos 58 anos que temos com a gráfica, foi evoluindo, houve confiança de alguns clientes, porque temos uma equipa boa, mas não era tão rigorosa.

O CIP3 simplificou o vosso processo?

O CIP3 fez-nos ver de uma forma profissional e mais rigorosa, facilitando, em termos de tempo na impressão, na afinação da cor, e uma maior garantia de qualidade em relação à obtenção do produto que era feito através da pré-impressão, e daí não depender do fator humano.

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O CIP3 permite transferir automaticamente os dados de pré-impressão para a máquina de impressão, reduzindo tempos de acerto, desperdício de folhas e dependência dos ajustes manuais.

Houve redução do tempo de paragem de máquina e de folhas no arranque?

Tornava-se mais rápido a obter o resultado que nós pretendíamos, que obtínhamos manualmente. Agora não, é rápido. Não é instantâneo, mas é mais rápido. Muito mais rápido.

Sabe aproximadamente quantas folhas poupou com o CIP3 em cada arranque?

Isso vai depender de trabalho para trabalho, mas existe uma poupança, eu posso dizer, talvez na ordem dos 40%.

A equipa adaptou-se facilmente?

A equipa demorou algum tempo a adaptar-se e a ganhar confiança aos resultados. Mas, logo que verificou a qualidade do trabalho e a confiança no produto do CIP3, começou a querer usar o CIP3 e isso foi uma grande vantagem.

Que vantagens trouxe a utilização do equipamento de medição no controlo de cor?

Após uma prova de máquina e da estabilização da cor na impressão da folha, consegue-se, sem a intervenção humana, ter uma melhor garantia da qualidade e da necessidade do ajustamento que tem de ser feito em todas as áreas da folha impressa no trabalho.

O processo de verificação de cor tornou-se mais rápido ou mais preciso?

Mais rápido e mais preciso, foram as duas coisas. Portanto, recomendo a utilização desse equipamento.

A medição ajuda a manter o processo dentro dos padrões definidos?

Ajuda bastante, porque o que faz a diferença em toda a gente que imprime é a qualidade do produto final. E nós trabalhamos para a qualidade, satisfazendo o cliente.

O que achou da nossa formação e acompanhamento?

A vossa formação foi boa porque tiveram a sensibilidade de acompanhar e sentir o perfil de cada um dos impressores. Há uns que se adaptam mais facilmente, outros são mais combativos aos progressos e esses mais combativos hoje sentem uma necessidade de usar o CIP3. Ou seja, ganhámos confiança e qualidade na equipa de impressão.

Está pronto para reduzir desperdícios, acelerar os arranques de máquina e aumentar a consistência dos seus trabalhos com a implementação do CIP3?

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